segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Quando e onde acionamos o “modo hard”?


Até que ponto é vantajoso converter sentimentos em expressão verbal?
E como sinalizar sem dizer aquilo que queremos que o outro saiba?
E por que é tão difícil?

São perguntas que me faço todos os dias, e conforme o tempo passa, percebo que não sou apenas eu que busco respostas para tais questões.

Eu só queria saber quando é que começamos a ter medo de coisas que não deviam machucar, quando começamos a dificultar o que devia ser simples. Às vezes eu penso que seria bom se o nosso ciclo de vida fosse igual em O Curioso Caso de Benjamin Button, talvez assim sentíssemos a vida mais leve com o passar dos anos, ou não?

Isso é o que para ter algo palpável para se comparar, chamamos de “questões do coração”, como diz o grande Renato Russo em Eduardo e Mônica, “E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?” O coração por esta necessidade de termos noção física do que sentimos acabou pagando o pato, mas apesar de ele ser o responsável pelo rubor das maçãs do rosto ao nos deparamos em diversas situações de embaraço, não é bem ele que nos causa tudo isso. Então de quem é a culpa?

Nenhum comentário:

Postar um comentário