segunda-feira, 13 de outubro de 2014

LEVANTA, ANDA , CORRE E SALTA!


Tantas e tantas vezes me pego pensando nos rumos que a minha vida poderia ter tomado se as minhas escolhas fossem diferentes... E na verdade eu odeio pensar sobre isso, mas muitas vezes esses pensamentos são inevitáveis. Eu odeio pensar nisso porque sempre acabo pensando em possibilidades melhores do que a minha situação atual, sou otimista quanto ao meu futuro utópico...

Eu nem sei porque estou escrevendo isso aqui, vai ver que é em mais uma tentativa de tentar me livrar desses pensamentos exteriorizando-os, agora de forma mais palpável, onde eu possa ler diversas vezes e possa fazer meu subconsciente entender que isso é uma perda de tempo, e que machuca mais que encarar a realidade e tentar mudar o que me incomoda nela. Quem sabe lendo o quanto é estúpido esses devaneios e pensamentos de "coitadista" me faça acordar e ver que são coisas que posso resolver, talvez não tão rápido quanto eu gostaria, mas que dá sim para resolvê-los sem esse falso saudosismo.

Hoje eu disse para uma amiga que não nasci pra viver na minha zona de conforto, mas sempre estou lá quando paro pra pensar nessas coisas... Querer sair da zona de conforto é sinal que estou nela, então ai vai um recado pro meu "eu coitadista": LEVANTA, ANDA, CORRE E SALTA!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Myself brick


Não gosto de nada vazio, nada aleatório, gosto de coisas que tenham sentido, que tenha um história por trás... Posso dizer que prefiro símbolos à signos (quem já estudou semiótica ou alguma teoria de comunicação vai entender rs).

Além do que já citei acima, eu amo tatuagens, pra mim é uma modalidade artística que aprecio muito, e adoro tê-las em mim. E como toda obra de arte, há sempre um período, uma história que envolve a mesma, e pra mim essa "regrinha" não foge com tatuagens.

Eu tenho três (por enquanto) mas irei falar apenas da minha mais atual, que um Super Mushroom do Mario Bros, ou popularmente conhecido como Cogumelinho do Mario ou Cogumelo do Crescimento do Mario entre variantes rs.

Sim, apesar de amar games, adorar Mario, e tudo o que envolve cultura Nerd ou Geek termo mais usado atualmente e que hoje (ainda bem) é sinônimo de ser cool, coisa que na minha época de escola não era hahahahah. Continuando... Não é só por isso que decidi fazer essa tatoo, pensei muito em algo que viesse a expressar esse meu estilo de vida, mas que fosse além, pensei em várias coisas como uma Pokebola, a Jigglypuff, o Sonic entre outros, e um desses "outros" foi o 1Up Mushroom  
(o verde) e o Super Mushroom (o vermelho). Foi como uma epifania optar pelo Mushroom, pois quando lembrei do Super Mario World, um dos meus jogos preferidos, lembro do Mario coletando coisas valiosas dos tijolinhos, e algumas delas eram os Mushroom, então pensei comigo "Serei meu próprio tijolinho, será de mim que coletarei meus Mushrooms". Com esse conceito optei pelo Super Mushroom primeiro porque é um gerador de crescimento, força, ou seja, sempre que olho ele me passa essa mensagem, em breve tatuarei o 1 Up para me passar a mensagem de que sempre há mais uma chance!

Esses são os motivos por trás dessa minha tatoo que está no aguardo da sua "tatoo irmã" que ficará pronta em breve, ela me faz sentir MYSELF BRICK!

Ai está o meu Super Mushroom
Assim que terminei a sessão.

Kss for U!



terça-feira, 7 de outubro de 2014

O game e a vida, ou a vida é um game?

créditos img: blogatelierdesign.files.wordpress.com/


A vida é uma eterna, porém finita partida de vídeo game. Costumo afirmar isso com toda propriedade, e por quê?

Quanto mais fases você vai passando mais difíceis vão ficando as posteriores, mas as recompensas são maiores também. Só que diferente das partidas de vídeo game na vida real não há “vidas extras”, apenas em algumas fases você tem algumas opções de “continue”. Você também tem sempre que recarregar seu mana ou energia, se não por mais que seu player esteja vivo ele não consegui prosseguir a missão com êxito, e quando necessário enfrentar algum “mestre” não consegue liberar seu máximo de forças.
Outra coisa muito importante é que assim como nos games a vida é muito mais legal no modo Coop que no modo Single, há quem pense o contrário, mas é uma questão de opinião, e na minha o modo Coop é tudo muito melhor, e por mais que no single apareçam alguns Bots uma hora eles te deixam na mão, e geralmente é na hora que o bicho pega, e ai que você prova o valor de um Coop que nesse momento te dá cobertura, e as vezes vem com um kit de primeiros socorros ou simplesmente morre do teu lado ou luta por ti e te resgata a alguns metros dali (isso em Left 4 dead rsrs), mas ele ta sempre ali do teu lado.
Será que convenci alguém de que a vida imita os games ou os games imitam a vida?